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Site Oficial do Atitude Feminina

posted by djraffasantoro
sábado, maio 19, 2012

Hip Hop contra o Crack na Câmara Legislativa do DF

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posted by djraffasantoro
sexta-feira, maio 18, 2012

18 de Maio

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O dia 18 de maio foi criado em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas, reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do Ecpat no Brasil. Organizado pelo CEDECA/BA, representante oficial da organização internacional que luta pelo fim da exploração sexual e comercial de crianças, pornografia e tráfico para fins sexuais, surgida na Tailândia, o evento reuniu entidades de todo o país. Foi nesse encontro que surgiu a idéia de criação de um Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil.

De autoria da então deputada Rita Camata (PMDB/ES) – presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente do Congresso Nacional -, o projeto foi sancionado em maio de 2000.

Desde então, a sociedade civil em Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes promovem atividades em todo o país para conscientizar a sociedade e as autoridades sobre a gravidade da violência sexual.

Lei 9.970 – Institui o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-juvenil

Art. 1º. Fica instituído o dia 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Fonte: Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra as Crianças e Adolecentes

http://www.comitenacional.org.br/o-que-e-18-maio-000.php

 

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posted by djraffasantoro
terça-feira, maio 15, 2012

Atitude Feminina faz show em Uberaba dia 27 de maio

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O grupo Atitude Feminina vai se apresentar em Uberaba no dia 27 de maio no evento “Hip Hop na Praça”. Não percam mais esse grande evento organizado por “Ananias CTS” que vai lançar a nova musica “Violência Domestica” com participação do Atitude Feminina. O Show terá varias surpresas ao vivo.

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quinta-feira, maio 3, 2012

Atitude Feminina no 4 Encontro Cultural de Hip Hop

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quarta-feira, maio 2, 2012

Atitude Feminina e Inquérito gravão videoclipe “Mulher Guerreira”

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O grupo Atitude Feminina gravou nesse final de semana o videoclipe oficial da muisca “Mulher Guerreira” que conta com a ilustre participação do Cineasta Vrass77 com currículo de mais de 70 clipes em sua carreira. A direção do clipe ficou por conta de Vrass77 e do Cineasta e colorista braziliense Leandro Gomes que já havia trabalhado ao lado da Cineasta crioca Re.Fem no videoclipe “Enterro do Neguinho”. Os alunos do Ponto de Cultura Caminhos Audiovisuais do Dj Raffa Santoro estiveram presentes participando e aprendendo técnicas de filmagem para videoclipe.

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quinta-feira, março 29, 2012

Hip Hop contra o Crack

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posted by djraffasantoro
domingo, março 11, 2012

Rosas e Atitude para Ponciá

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Por Andressa Marques

blogueiratardia.blogspot.com

Acontecimentos violentos carnavalescos, uma música ouvida no celular a espera de um vôo atrasado (Rosas, do Atitude Feminina) e a lembrança de uma personagem querida (Ponciá Vicêncio, de Conceição Evaristo) foram a mistura que eu venho maturando desde o fim da festa da carne e que só desemboco em palavras agora.

Há mais de uma semana eu comecei a escrever esse texto, começava e parava, começava e parava, assim como o ciclo vivido por mulheres que tentam se desvencilhar da violência: começam e param diversas vezes: o medo fala alto e o recuo surge como a saída mais viável. Difícil lidar com a violência sempre e sempre, seja na vida real, seja nas representações artísticas e isso fez com que essa escrita não fluísse bem como as outras, enfim.

Muitas imagens e acontecimentos de agressões contra mulheres vieram me “visitar” nesse carnaval, “vi” de perto o que a gente não quer ver nem a quilômetros de distância. E aí, né?! O que fazer diante dessa merda toda é uma angústia que parece sem fim, uma estupidez que o discurso teórico-feminista ainda não me “ensinou” a enfrentar de forma eficaz. Vamos combinar também que eu nem tento mais esse tipo de resposta, pois para mulheres que não se encaixam no perfil padrão-clássico- feminista, os caminhos jamais seriam iguais: ok. Diante disso, com o auxílio das mãos de verdadeiras sistas pretas, apostei minhas fichas na solidariedade e o refrão #SozinhaCêNumGuenta me salvou da doideira que é tentar montar o quebra cabeças do mundo opressor.

Isso rolou há uns quatro anos atrás, quando algumas “amigas pretas poder”  (Candaces) resolveram montar um grupo para ler outras pretas poder elevadas a milésima potênciae as personagens dos livros que ali conheci se tornaram minhas terapeutas, gente! (risos) Na verdade, a maioria delas me deixava era loka dentro da roupa com as dores de suas vivências até eu entender que apagá-las de certas narrativas é esconder o indesejado em baixo do tapete.

Ainda bem que as mulheres pretas costumam pegar as dores, as pedras do caminho e acabam construindo castelos daqueles! Bota fé?! É isso que as meninas do grupo de rap aqui do DF Atitude Feminina realizam em sua trajetória de forma muito especial. E nessa de buscar nas trocas internas, na solidariedade e cumplicidade os motes-vida é que fiquei viajando (literalmente, voando de volta de um carnaval meio yin-yang) num encontro entre a música dessas garotas e a amada protagonista do romance Ponciá Vicêncio, de Conceição Evaristo, escritora afrobrasileira contemporânea daquelas que encaram os problemas e tenta nos fazer potentes diante daquilo que nos emudece.

 Ponciá ecoa a voz de tantas jovens negras que saíram do meio rural e foram para a cidade trabalhar como empregadas domésticas em busca de sonhos (alguém aí tem uma mãe, avó, tia, prima ou amiga com essa história?). O problema é que a cidade tem um sonho próprio no qual as Ponciás só cabem beirando as margens e lotando os puxadinhos. A trajetória de Ponciá Vicêncio não se difere das histórias não-ficcionais conhecidas por nós, as explorações dissecadoras da mão-de-obra, as péssimas condições de moradia, a educação e a saúde figurando como artigos de luxo e a necessidade de sustentar-se nessa corda bamba com as marcas deixadas por um marido violento são alguns dos fatores que levaram Ponciá a viver num mundo silencioso a parte. Tenho um palpite: se um encontro entre as sistas de São Sebastião não arrancasse nossa amiga Ponciá de vez da dor-apatia, ao menos a faria sentir-se acolhida: #SozinhaNinguémGuenta.

A parte foda das escrivivências de Evaristo e do Atitude Feminina é a parte foda da vida: encarar as verdades de frente. Na maioria das vezes a gente quer ouvir o amor, a risada, dançar e esquecer a parte complicada de existir quando buscamos nos deleitar perante diversas manifestações artísticas, mas também podemos ir até as mesmas no intuito de diluir nela boa parte dessa parte foda. A música “Rosas”, das meninas do Atitude, traz para a cena do rap a escamoteada violência contra as mulheres e logo no começo denuncia: “A cada quinze segundos uma mulher é agredida no Brasil / E a realidade não é nem um pouco cor-de-rosa / A cada ano dois milhões de mulheres são espancadas por maridos ou namorados”. Essa estratégia de informar através da música tem retorno de compreensão muito rápido, considero incalculável o impacto dessa letra na vida de quem só vê amarras, é uma conversa com amigas verdadeiras e (conhecimento de causa) nada é mais revelador do que essa sincera troca.

Assim como a protagonista de “Rosas”, Ponciá Vicêncio ficou encantada por seu companheiro, a paixão veio de encontro a ela ali no meio da grande cidade: o pedreiro e a empregada doméstica resolveram construir uma vida juntxs. Conceição Evaristo foi delicada e muito responsável na construção das trajetórias de suas personagens, inclusive na representação do companheiro de Ponciá revelando ao(a) leitor(a) o fosso que escondia a violência que o mesmo destinava a ela. Bom, nesse texto eu não estou muito solidária (posso?!) com as pesadas cargas que arquitetam a subjetividade do homem negro de forma a fazê-lo reproduzir no espaço privado a violência que o assola no espaço público: um problema de cada vez.

O relato de atitude das meninas de São Sebastião prossegue com a narrativa para o momento em que as coisas mudam entre o casal: “Mas alegria de pobre dura pouco, diz o ditado/Ele ficou diferente agressivo, irritado/ Chegava tarde da rua aquele bafo de pinga/ Batom na camisa e cheiro de rapariga”. O mesmo ocorreu com o relacionamento de Ponciá e a protagonista passou a “conviver” com murros, olhos roxos, hematomas e o silêncio foi sendo firmado entre ela e seu agressor: não mais palavras onde antes cumplicidade. O senso comum, principalmente nas gerações passadas, imprimiu às mulheres que o comportamento adequado das mesmas diante do casamento é o da submissão e o lema “casamento é para toda a vida” forjou uma casa perfeita para o patriarcado promover seus mandos e desmandos.

O desfecho da situação protagonizada pela personagem do Atitude não poderia ser pior: “Começou a quebrar tudo loucamente lombrado / Eu falei que estava grávida ele não me escutou / Me bateu novamente mais dessa vez não parou / Vários socos na barriga, lá se vai a esperança / O sangue escorre no chão, perdi a minha criança/ Aquele monstro que um dia prometeu me amar / Parecia incontrolável eu não pude evitar / Talvez se eu tivesse o denunciado / Talvez se eu tivesse   o deixado de lado”. Alerta mais substancial que esse eu tenho pouca imaginação para formular. Tudo muito pesado, intenso, doloroso pra quem ouve, mas com incentivos de liberdade pra quem vive. Ponciá Vicêncio no meio de seu silêncio interrompido apenas pelas socadas do companheiro poderia viver a interrupção do mesmo através dessas Rosas a ela ofertada.

Esse texto é mais um devaneio de quem imagina como seria voltar ao barro origem (desejo reiterado por Ponciá durante toda a obra) fundador de nosotras sistas pretas, talvez isso modificasse tantas coisas! A mudança é motor das vidas neh?! Então que nossa força o gire muito e faça com que o nó na garganta que insiste em nos acompanhar se desfaça o quanto antes, todo dia e sempre. Um 8 de março de barro origem, rosas e atitude para vocês, companheiras!

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posted by djraffasantoro
quinta-feira, março 8, 2012

8 de Março – Dia Internacional da Mulher

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Em homenagem antecipada ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, a presidenta Dilma Rousseff apontou nesta segunda (5) avanços na proteção da mulher contra a violência, como o fortalecimento da Lei Maria da Penha, e na área de saúde, a redução da mortalidade materna em 19% no ano passado. Segundo Dilma, o Programa Rede Cegonha já chegou a quase 1.700 municípios brasileiros, alcançando mais de 900 mil gestantes. Ela lembrou que a maioria das mortes, nesses casos, está ligada a complicações provocadas por hipertensão, diabetes, hemorragias e infecções. “Todas essas são doenças que podem ser tratadas e controladas com um pré-natal bem feito”.

Dilma disse que, a partir de abril, as gestantes que aderirem ao Rede Cegonha vão passar a receber R$ 50 para pagar as passagens de ônibus até uma unidade mais próxima do Sistema Único de Saúde (SUS), onde o pré-natal será feito. Mais de 240 mil mulheres grávidas ou que estão amamentando já recebem do governo R$ 32 do Programa Bolsa Família.

A presidente destacou também dados relacionados à prevenção do câncer de mama e de colo de útero. Segundo ela, em 2011 foram realizados 11,3 milhões de exames preventivos contra o câncer de colo de útero, além de 3,4 milhões de mamografias em todo o país – um aumento de 13% em relação ao ano anterior.

Segundo Dilma, o caminho para a conquista dos direitos das mulheres é longo, mas o governo reconhece o papel imprescindível e crescente das mulheres na sociedade. Ela alertou ainda que não pode ser ignorada a realidade de violência a que ainda são submetidas muitas brasileiras. E ressaltou que um país que respeita suas mulheres constroi uma nação desenvolvida.

“Vamos continuar fortalecendo políticas de valorização da mulher, de afirmação da mulher. Políticas que aumentem as oportunidades de acesso ao emprego, com melhor capacitação profissional buscando superar uma grande desigualdade que existe em nosso país, que é o fato da mulher trabalhar o mesmo trabalho que o homem e ganhar menos. Eu tenho convicção que o século 21 é o século das mulheres. Não para as mulheres serem, de uma certa forma, contra os homens, mas para as mulheres terem uma participação na vida social, política, econômica e cultural do país ao lado dos homens, tendo o respeito dos homens. Um país que respeita suas mulheres constrói uma nação desenvolvida. Por isso, é muito importante, é uma tarefa de homens e mulheres a luta contra a discriminação da mulher”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil

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quinta-feira, março 1, 2012

Veja as Fotos do Atitude Feminina no Hip Hop contra o Crack

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As Fotos foram tiradas pelo fotografo Ronaldo Barroso:

 http://www.atitudefeminina.com.br/galeria/fotos-atitude-feminina-no-hip-hop-contra-o-crack/

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posted by djraffasantoro
quinta-feira, fevereiro 9, 2012

Hip Hop VIP Blog DuRap

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